Blog com objetivo de compartilhar ideias e instigar a comunicação das constantes práticas aplicadas em nossa jornada de trabalho.
sexta-feira, 30 de março de 2012
CADA UM COM O SEU ESTILO
Não é incomum ouvir a seguinte frase: “Temos que tratar a todos igualmente”, porém, o que temos que levar em consideração é que nem todos são iguais. Existem muitos tipos de pessoas e no ambiente de trabalho principalmente, temos que ter jogo de cintura para conseguir nos relacionarmos adequadamente com todas elas.
Não quero dizer que você deva ser amigo de todo mundo. Mas que tenha tato para lidar com todos os tipos de colegas, para que as oito horas que você passa no seu trabalho sejam o mais agradáveis possível.
Quem é que não tem um colega chato? Mentiroso? Palhaço? Que está sempre contrariando a tudo que você e os outros falam? Falso? Pessimista? Meu Deus!!! Existem muitos destes nas organizações... e você faz o que? Vai tratar a todos igualmente (no sentido de tratar com educação, com respeito), mas vai agir com cada um conforme as suas particularidades.
Eu não sei vocês que estão lendo esse post, mas eu quando o estava escrevendo, parei para pensar, como será que os meus colegas me vêem? Se não pensaram, pensem nisso. A resposta é importante para tentar ajustar algumas atitudes em relação a si mesmo e aos outros.
Por: Janaine Santos Lopes – Facilitadora de Recursos Humanos no Senac Montenegro, Graduanda em Administração pela Universidade de Caxias do Sul.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
É possível ter o trabalho como fonte de realização e felicidade?
Desde os primórdios da civilização que o trabalho possui uma conotação totalmente equivocada muitas vezes, sendo visto como algo negativo em nossas vidas, quando, na verdade, é algo importante que agrega qualidade e bem estar para aqueles que o percebem desta forma.
Sendo assim, o trabalho e a vida evoluíram muito:
• A expectativa de vida dos homens das cavernas era de 10 anos.
• Na Grécia Antiga era de 22 anos.
• Nos anos 40 era de 39 anos.
• E atualmente? Mais de 68 anos!
Portanto, hoje vivemos mais, e conseqüentemente, trabalharemos por mais tempo também. Mais um motivo para vislumbrarmos o trabalho de uma forma diferente, com olhos mais interessados e atitudes pertinentes a esta realidade que vivemos hoje.
Nós passamos nada mais nada menos que 75% do tempo de nossas vidas envolvidos direta ou indiretamente com o trabalho. Como?
- Aprontando-se para ir trabalhar;
- Deslocando-se para o trabalho;
- Trabalhando;
- Tentando relaxar depois do trabalho.
Então, por que não fazer de nosso trabalho algo importante, significativo, especial, que nos faz realmente felizes e realizados? Se ele ocupa grande parte de nossas vidas como de fato ocupa, então precisa ser algo positivo, que nos fortaleça como seres humanos e que nos torne melhores, mais maduros, mais conscientes do mundo que nos cerca e mais preparados para enfrentarmos situações adversas.
Este gostar do trabalho deve começar em casa, quando os pais educam seus filhos, fazendo com que estes saibam que o trabalho é algo bom em nossas vidas, e não uma “tortura” como era visto nos primórdios da civilização. E a criança assimila muitas coisas, principalmente até os 7 anos de idade, quando forma seu psiquismo. Assim, quando disser para seu filho ou filha que está indo trabalhar, faça com que ele perceba que este é um momento importante e feliz para você, pois quando ele ou ela crescerem entenderão e perceberão o trabalho de uma forma diferente e bem melhor.
O que particularmente me chama bastante a atenção é que entrevisto muitas vezes jovens de 20, 25 anos literalmente “cansados” da vida e do trabalho, e fico pensando: o que será de você quando tiver 40, 50 anos? Certamente será uma pessoa frustrada, que contará os dias para se aposentar e não precisar mais “sofrer” deste mal. Que coisa!
As novas gerações que estão aí, inclusive a famosa geração Y tão falada ultimamente, é muito imediatista e em certos momentos até superficial. Inicia em uma empresa e no outro mês quer ser o gerente do negócio! Não tem muita paciência para seguir alguns critérios peculiares das empresas. E acaba se desmotivando se as coisas não caminham exatamente como imaginam. Saliento ser muito importante a “ambição sadia” e a vontade de crescer, mas tudo tem seu tempo de amadurecimento para acontecer na carreira profissional.
Claro que nossas empresas precisarão se adaptar a esta realidade desta nova geração revendo algumas metodologias de contratação e perfil de funcionários, mas os jovens também precisarão repensar seu comprometimento, suas atitudes, suas escolhas e o seu tempo.
Quando escolhemos amar o trabalho que fazemos, somos capazes de dominar nosso nível de satisfação, de sentido e de realização pessoal a cada dia. E sempre existe uma opção sobre a forma como fazemos nosso trabalho, mesmo que não exista uma escolha sobre o trabalho em si. Ou seja, sempre é possível executarmos melhor nossas tarefas e trabalharmos com mais prazer.
E nunca se esqueça: o trabalho não só enobrece, mas nos possibilita uma vida melhor, mais digna e mais completa.
Telma Esmerio integra o Grupo de RH da ACI Montenegro/Pareci Novo. É diretora da Acerte Assessoria Empresarial e da Certa desenvolvimento Humano. Formada em Administração de empresas é Pós-graduada em Administração e Estratégia Empresarial, Pós-graduada em Pedagogia Organizacional e autora do livro "Administrando com Magia".